A mulher no mundo moderno estuda, trabalha, é empresária, faz política, domina cada vez mais espaços. Demonstra talento para administrar tanto o espaço doméstico, quanto a esfera pública. E mesmo com funções tão diversas, ainda cuida da casa, do companheiro, da forma física e sobretudo dos filhos.
Faz parte da ideologia do mundo moderno a exigência de ser cada vez melhor em tudo o que se faz, e até mesmo o processo de ser mãe, algo tão “natural”, sofre este tipo de influência. Todas essas mudanças, levam muitas vezes a mulher ao sentimento de inadequação diante do papel de mãe, desconsiderando sua própria feminilidade, seu lado instintivo, sua intuição, que tanto auxiliam no exercício da função materna. Isso traz como consequência para a mulher o sentimento de estar cindida, fazendo com que a mãe trabalhadora em geral se sinta culpada; por um lado, por aspirar sua realização pessoal e profissional; por outro, por desejar cumprir seu papel “natural” de mãe. Como se um lado e outro fossem necessariamente excludentes. O grande desafio da mulher de hoje é alcançar sua própria integração, aprendendo a conciliar todos os seus papéis, sonhos e necessidades. A possibilidade de ser mãe, em termos psicológicos, permite que a mulher se realize num nível mais profundo, sentindo-se integrada à sua essência feminina, resgatando sua relação com a Mãe Natureza, através do poder de gerar novas vidas. Ao ser mãe, a mulher pode vivenciar plenamente o processo criador, e é esta capacidade, que lhe permite lidar continuamente com experiências tão diversas e ainda assim, se sair bem. O mundo atual e sua tirania ideológica, levam à competição em todos os setores da vida, criando nas pessoas a necessidade de serem as “melhores” em tudo, à cobrança de serem “perfeitas”. A perfeição no entanto, não está ao alcance de nós, pobres mortais; nem mesmo das melhores mães. Portanto, para que a mulher se sinta mais integrada e realizada em todos os níveis, deve procurar resgatar justamente seu maior dom: sua capacidade criadora, sem medo de errar, nem se exigindo além de sua condição humana, mas sobretudo utilizando criativamente seu potencial. Vânia Pereira O CENTRO DE ATENDIMENTO A GESTANTES da UNEC parabeniza todas as mães e se orgulha de poder contribuir com aquelas que se preparam para exercer esta função, e que têm a coragem de buscar utilizar cada vez melhor seu poder de criação. Esse site tem como princípio não aceitar apoio de indústrias de alimentos infantis, mamadeiras, bicos e chupetas. Nós consideramos que os sites que vendem, ou divulgam, esses produtos colocam o lucro acima da saúde das crianças. |