Apresentação
O grupo se reúne desde maio de 2007 e tem os seguintes objetivos: (1) analisar os referenciais teóricos historicamente produzidos sobre educação ambiental, especialmente os das quatro últimas décadas; (2) desenvolver atividades teórico-práticas visando a educação para o consumo sustentável; (3) desenvolver ações de sensibilização a fim de contribuir para o processo de conscientização sobre a relação das pessoas entre si e delas com o Planeta; (4) desenvolver ações de sensibilização quanto à produção e encaminhamento de resíduos sólidos empresariais e pessoais. O grupo acredita ser melhor para a humanidade a formação, através da educação para o consumo sustentável, de uma população ambientalmente consciente, capaz de consumir menos e de separar resíduos sólidos e orgânicos em suas próprias casas do que investir em tecnologia de ponta para a construção de aterros sanitários sofisticados (não que isso não seja importante). Esse é um dos maiores desafios da educação ambiental, pois, nesse caso, busca-se o desenvolvimento de um processo intrínseco que não requer só mudança, mas transformação de atitude e de comportamento – a conscientização. |

“Educação ambiental: das nossas casas para o mundo” é um grupo de pesquisa e extensão que faz parte do programa institucional Meio Ambiente, Educação, Promoção da Saúde e da Vida do Planeta do Centro Universitário de Caratinga – UNEC, criado em 2006. O grupo é formado por acadêmicos dos cursos de Pedagogia, Normal Superior, Ciências Biológicas, Enfermagem e Geografia que são chamados de “meninos do dedo verde”. O seu princípio básico é o desenvolvimento sustentável que, na concepção do grupo, é “um processo de transformação social capaz de equilibrar o máximo possível os interesses econômicos com os socioambientais, possibilitando que os cidadãos tornem-se conscientizados, pensando globalmente e agindo localmente, a fim de que cada um faça a sua parte na relação ética com o planeta e, portanto, evidencie o compromisso e a solidariedade com essa e as gerações futuras. Diante disso, pode-se afirmar que a sustentabilidade só é possível se houver inclusão social” (NASCIMENTO, 2008).